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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Os patriarcas - aliança de Deus com seu povo



Olá, catequistas. Aqui está um material que, com certeza, pode nos ajudar na preparação do encontro catequético sobre os patriarcas. Vamos ler?

LEITURA: Gn 32, 23-32
*    Os Patriarcas foram homens muito amigos de Deus, que vieram depois de Noé e ajudaram a guiar o povo de Deus.
*    Abraão, Isaac e Jacó foram os Patriarcas mais importantes do Antigo Testamento.

Mas quem foi Abraão?
 
*    Abraão era casado com Sara, e descendente de Noé. (Gn 17, 15)
*  O Senhor disse: "Abrão, sai da tua pátria, com tua família, e vai para a terra que Eu te mostrar. Farei de seus descendentes um povo muito grande." (Gn 12, 1-3)
*    O Senhor prometeu-lhe que ele seria o pai de um grande povo, tão numeroso como as estrelas do céu. (Gn 15,5)
*    Abraão teve dois filhos Ismael e Isaac. (Gn 21, 1)

Quem foi Isaac?

*    Isaac, filho de Abraão, casou-se com Rebeca e também teve dois filhos: Esaú e Jacó. (Gn 25, 19)
*    Certa vez o Senhor apareceu a Isaac, abençoou e prometeu que sua descendência seria muito importante. (Gn 26, 24)

E o que aconteceu a Jacó?

*    Jacó era um homem muito bom, e casou-se com Raquel. (Gn 29)
*   Certa vez Jacó adormeceu num campo e sonhou com uma escada muito alta e anjos subindo e descendo por ela, então ele pensou: “Aqui deve ser a porta do céu!”. (Gn 28, 10-20)
*    Certa vez um anjo apareceu a Jacó e começou a lutar com ele,como ele venceu a luta o anjo disse-lhe: “Você não se chamará mais Jacó, mas ISRAEL.” (Gn 32, 29)
*    Assim Jacó tornou-se pai do povo de Israel, que é um povo muito amado por Deus, e foi deste povo que nasceu nosso Salvador Jesus Cristo.

* Jacó teve 12 filhos. Deus também o abençoou e deu-lhe um novo nome: Israel. Por isso, sua descendência passou a se chamar Povo de Israel, nome com o qual são conhecidos até o dia de hoje. E a esse povo foram sempre renovadas as promessas da salvação.

* José, o 11º filho de Israel, era bom e reto, era o filho predileto de seu pai, o que causava inveja a seus irmãos. Além disso, José costumava ter sonhos, nos quais os irmãos apareciam sempre se curvando diante dele, como se ele fosse o mais importante. Isso aumentava a inveja dos irmãos, que resolveram matá-lo. Um dos irmãos, porém, resolveu vendê-lo como escravo a uns mercadores que iam para o Egito. Lá, José foi preso injustamente, mas mesmo na prisão confiava nos caminhos de Deus.

* Um dia, o Faraó teve um sonho que só José conseguiu interpretar, com a sabedoria que Deus lhe deu: "Sete vacas magras comiam sete vacas gordas e sete espigas secas destruíam sete espigas cheias".
* José disse ao Faraó que aquele sonho era um aviso do que iria acontecer: depois de sete anos de fartura na colheita, haveria sete anos de seca.
* O Faraó, então, nomeou-o vice-rei do Egito, e José organizou a colheita, para que fossem estocados os grãos nos primeiros sete anos de fartura.
* Quando veio a seca, seus próprios irmãos foram ao Egito conseguir comida e José os recebeu, perdoou-os e mandou buscar seu velho pai Jacó.

* Toda família de Jacó, então já muito grande, se mudou para o Egito. Aí eles se estabeleceram durante muito tempo. Então cresceram e se tornaram um povo muito numeroso.
* Antes de morrer, Jacó abençoou todos os seus 12 filhos e anunciou que dos descendentes do seu 4º filho, Judá, deveria nascer aquele que era esperado por todas as nações, o Salvador Jesus.



Pense bem:

Assim como Deus chamou Abraão, Isaac e jacó, Deus chama cada uma de nós para uma missão, grande ou pequenininha.
Muitas vezes não a entendemos, não gostamos ou até achamos impossível cumpri-la.
Coragem! Tenha fé, confie no amor e na vontade de Deus para você!
Deus não se engana e nem nos engana...
Deste modo, você também poderá colaborar com o Seu plano de amor!

Vamos Celebrar:

Catequista: Houve um Povo Eleito por Deus.
Voz 1: Povo de Abraão, Povo de Israel
Voz 2: Povo Hebreu, povo Judeu.
Todos: Povo de Deus!

Catequista: Povo de onde viria o Salvador Jesus.
Voz 3: Povo que viveu uma profunda experiência com Deus.
Voz 4: Experiência que começou com Abraão, Isaac e Jacó.
Todos: Os pais do Povo de Israel, de onde partiu a bênção para todos os povos.

Catequista: O Senhor é nosso Deus. É um Deus fiel e amoroso que deseja fazer uma aliança de amor com todos e cada um de nós.

Todos: Eis-me aqui, Senhor, para fazer Tua vontade, para viver do Teu amor.

Atividades:

1) Alguns homens foram escolhidos por Deus para formar o seu povo. Correlacione os seus nomes com os fatos que marcaram suas vidas:
(a) Abraão (b) Isaac (c) Jacó (d) José

( )Vendido como escravo, interpretou um sonho do Faraó e foi nomeado vice-rei do Egito.
( ) Deus pede seu filho querido em sacrifício
( ) Teve 12 filhos. Deus o abençoou e lhe deu um novo nome: Israel.
( ) Deus lhe confirmou a promessa feita a seu pai e teve 2 filhos gêmeos.

2) Desenhe uma árvore genealógica com o nome dos patriarcas e de seus descendentes. Pesquise em Gênesis 35, 22b-29.

3) Procure na Bíblia a história do perdão de José, filho de Jacó e como foi grande sua capacidade de descobrir a vontade de Deus nos acontecimentos difíceis e mesmo assim, perdoar seus irmãos. Leia em Gênesis 45, 37-50

4) ENCONTRE OS NOMES DOS TRÊS PATRIARCAS MAIS IMPORTANTES:
I
E
R
T
C
J
M
S
T
O
S
A
N
P
A
A
D
C
A
B
R
A
Ã
O
L
I
R
E
C
N


5) Para refletir em grupo: como você pode colaborar no plano de Deus?


Segue abaixo um modelo de genealogia dos patriarcas para ajudar na atividade nº 2:



Segue abaixo material de atividade sobre o tema do encontro.




Grande parte desta material foi retirado do blog da Sheila. Como ela mesma falou, o encontro é realmente extenso, mas dá pra fazer algo bem resumido sem espremer muito as coisas mais importantes. E ela nos dá a dica de um site que tem gravuras bíblicas, que, inclusive, podemos usar neste encontro com cartazes e também nas dinâmicas ou atividades. (Obs: é bom deixar claro neste encontro que cada um de nós devemos ser filhos obedientes que cumprem a vontade de Deus por amor, assim como os patriarcas.)

Espero que gostem das dicas!
Grande abraço... Salve Maria!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A oração e a catequese




Por Alberto Meneguzzi*


A oração é um momento especial na catequese, mas precisa antes de tudo, ser um instante de reflexão, encontro pessoal e de seriedade. O catequista tem a função de ser um mediador nesta descoberta. Explico: um mediador porque se supõem que na família de cada um, a oração esteja sendo praticada e exercitada. Mas, como na prática nem sempre isso acontece de “mediador” muitos catequistas passam a ser “iniciadores” da oração para muitos jovens e crianças.

Por esta razão, para uma tarefa tão importante, é preciso achar a fórmula ideal, a técnica adequada para convencer. E não é tão complexo assim fazer com que crianças e jovens orem, não somente na catequese, mas coloquem a oração como parte de suas vidas. O catequista tem a função de esclarecer aos seus catequizandos e aos pais deles, que ao rezar, não estarão cumprindo apenas uma tarefa exigida pelo catequista ou pela Igreja, mas sim, para as suas vidas.

Neste contexto, a oração inicia bem antes e ela já fica demonstrada na maneira como os jovens e as crianças são acolhidas ao chegarem ao encontro. Um sorriso, um aperto de mão, um abraço, um “seja bem-vindo” já são trechos de uma linda oração. Acolher também é orar. Quando o catequista acolhe, olha nos olhos, conversa informalmente, dá a mão, abraça com carinho, a oração já está em pleno andamento. A catequese precisa resgatar estes pequenos, mas importantes valores.

Não tocaremos corações, não indicaremos um caminho e não convenceremos ninguém a nada se as nossas atitudes em relação aos pais, crianças, jovens e até mesmo os outros colegas catequistas, não forem de acolhimento. Insisto nisso: acolher é orar. E de que forma você acolhe? Em que momento você sorri para seus catequizandos? Quando você os observa mais de perto em suas feições, expressões e atitudes? Qual o seu contato mais próximo? Você se interessa por eles? Ouve, nos momentos informais, o que eles têm para lhe contar? Partilha o seu dia-a-dia?

Em muitas turmas de catequese, a oração sempre ocorre numa sala fechada, no início do encontro, de forma solene e automática. Em muitos casos, o catequista é quem manda e reza. Os demais apenas obedecem. A oração, nestes moldes, não se torna algo compartilhada, dividida e espontânea. Assim, um momento que poderia ser rico em reflexões, passa a ser dividido com “risadinhas” fora de hora e com brincadeiras que tiram o seu verdadeiro objetivo. Rezar apenas para dizer que rezou, não tem validade e se torna apenas uma tarefa executada sem atingir o coração.

Oração na catequese não é tarefa que precisamos pedir como tema de casa. Oração na catequese não é algo imposto pelo catequista na base do autoritarismo. Oração na catequese não tem uma hora exata para acontecer. O encontro de catequese em si, já é uma oração e deve acontecer de forma natural, gradual e sistemática, sem atropelos e imposições.
Apresento abaixo, alguns passos importantes que podem servir para fazermos da oração um momento especial na catequese:
·    A leitura bíblica é um momento de oração. Faça deste instante, de contato com a Palavra de Deus, algo permanente nos seus encontros. Exercite o manuseio da Bíblia. Escolha passagens atraentes e explique o significado. Reflita junto, faça propósitos, tire lições. A leitura orante é um momento enriquecedor;
·    O acolhimento, a conversa informal e o sorriso, são momentos de oração;
·    Tire seus catequizandos da sala onde se realizam os encontros semanais, pelo menos por breves instantes. Vá até a igreja com eles e circule pelo templo;
·    Leve-os até o sacrário e explique como é importante aquele lugar;
·    Destaque a necessidade que todos têm de oração. Aproveite a ida a Igreja e esclareça o porquê de alguns gestos e ritos, como o sinal da cruz e a genuflexão;
·    Ensine-os a rezar. Diga a eles que devem pedir, mas também agradecer. Faça com que lembrem de seus pais, familiares e amigos em suas orações;
·    Deixe que eles se espalhem pela igreja e rezem, de forma individual. Reze também você com eles. A oração feita assim torna este momento mais solene, cheio de vida. Embora pareça algo individual, orar desta forma transforma o instante coletivo na medida em que todos estão juntos no templo, com o mesmo objetivo, ou seja, a oração, um encontro pessoal com Deus;
·    Faça com que seus catequizandos, se cumprimentem ao chegar e se despeçam ao sair. Instrua-os a praticarem os pequenos gestos. Um aperto de mão, um abraço, demonstra o carinho e a educação que devem ter no trato uns com os outros. O exercício de pequenos gestos é oração das mais profundas;
·    Não fuja do contato com os pais. Procure-os e ao conversar com eles, coloque a eles a importância de também rezarem em casa, juntos, em algum momento do dia. Pode ser uma oração breve, mas estimule-os a rezar com os filhos e em família;
·   Não são só os outros que precisam rezar. O catequista também precisa, e muito, encontrar momentos para a oração. Isso significa o fortalecimento da sua fé e do seu entusiasmo pela missão que lhe foi confiada. É fundamental que isso aconteça. Sem oração, a catequese se torna incompleta, sem rumo e sem objetivo concreto.

*Alberto Meneguzzi é escritor, jornalista, relações públicas, radialista e catequista. Autor dos livros “Paixão de Anunciar” e “Missão de Anunciar”, publicados pela Editora Paulinas.

Até a próxima postagem!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

São Gregório Magno, rogai por nós!


Ontem (03/09) foi dia de São Gregório Magno. Por isso hoje vamos conhecer um pouquinho sobre ele, grande santo de nossa Igreja! Todo material postado aqui foi retirado do Site Amigos do Céu (programa da Tia Adelita na Canção Nova). Espero que seja de bom uso para todos vocês!

São Gregório Magno nasceu em 540, lá no comecinho do cristianismo. Era de uma família da corte romana muito rica. Foi educado por sua mãe Sílvia e duas de suas tias paternas, a Tarsila e a Emiliana, todas 3 tornaram-se santas, foram beatificadas… 
Com 30 anos, Gregório já era o prefeito de Roma. Nessa de prefeito, doou um convento pra uns pobres monges beneditino e começou a aparecer por lá para rezar com eles. Não deu outra: se apaixonou pela vida religiosa e deixou de ser político pra ser monge.
Só que não demorou muito tempo monge foi escolhido para ser Papa (e nem bispo era). Gregório sempre foi pequeno, magrelo e nunca teve boa saúde, por isso não queria aceitar o cargo de Papa, pensava: vamos que eu morra logo ou coisa parecida… Mas não teve jeito. E acabou um excelente Papa, chamado “o Magno”, que significa o maior de todos em sabedoria, inteligência e caridade. Irado!!!!

Quer ver umas coisas que ele fez como Papa?!
. Gastou toda fortuna que recebeu de herança alimentando os pobres de Roma que estava em decadência, na maior pobreza;
. Enviou Santo Agostinho e outros missionários para evangelizar onde hoje é a Inglaterra e outros lugares que nunca tinham ouvido falar de Jesus até aquela época;

Papa Gregorio envia Santo Agostinho em missão
. Instituiu o celibato entre os padres. São Gregório entendeu que a família é uma missão importante e que quem a abraça não pode apenas lhe dar as sobras de seu tempo, pois o sacerdócio exige dedicação integral;
. Introduziu a oração do Pai-Nosso na Santa Missa;
. Colocou toda a Igreja para cantar. O estilo dessa época ficou conhecido como  “canto gregoriano” em sua homenagem (em algumas igrejas ainda é preservado o canto gregoriano).

Foi muito amado pelo povo simples, por causa de sua extrema humildade, caridade e piedade.
São Gregório chamava a si mesmo de “Servo dos Servos de Deus“, título esse que ainda hoje é usado pelos Papas.
Essas coisas só acontecem na nossa Igreja: foi o maior porque se fez o menor.

São Gregório Magno: Rogai Por nós!

E segue o desenho de São Gregório para colorir:

Deus nos abençoe.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A Bíblia é a palavra de Deus

Como bem sabemos Setembro é o tão esperado mês dedicado a Palavra do Senhor, ou seja, a Bíblia. Certamente muitos catequistas estarão trabalhando este tema tão legal com sua turma. Estive um tempo ausente por conta de uns probleminhas, mas agora que voltei, trouxe nesta postagem modelos de atividades e alguns encartes sobre a Bíblia. Todos esses modelos eu encontrei em pesquisa no Google e nos blogs dos amigos catequistas. Espero que gostem! Voltarei em breve... Deus nos abençoe!









Volte sempre.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Ontem foi dia de Santa Paulina

Vamos conhecer um pouquinho sobre ela?

Madre Paulina nasceu em Vígolo Vattaro (Itália) em 16 de Dezembro de 1.865.

Era filha de Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer.

Em 1.875, Napoleone com sua mulher e cinco Filhos emigraram para o Brasil.

Amabile Visintainer (nome verdadeiro de Madre Paulina) viveu com a família até 12 de Julho de 1.890 quando, com sua amiga Virgínia Nicolodi, deixaram a casa paterna, para cuidar de uma cancerosa, dando inicio à Congregação das Irmãnzinhas da Imaculada Conceição.

Em Agosto de 1.895, o Bispo de Curitiba aprovou a comunidade de Amabile.

Em Dezembro do mesmo ano, ela e suas duas companheiras fizeram os votos religiosos.

Amabile passou a se chamar Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

A santidade e a vida apostólica de Madre Paulina e de suas irmãs atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam.

Em 1.903, foi eleita Superiora Geral e deixou Nova Trento (SC) onde vivia, para começar a obra com os Filhos de ex-escravos e dos escravos velhos e abandonados no Ipiranga, São Paulo.

Em 1.909, foi mandada para Bragança Paulista, onde trabalhou com os doentes da Santa Casa e com os velhinhos do Asilo São Vicente de Paulo.

Em 1.918, foi chamada para a Casa Geral do Ipiranga, São Paulo.

Foram anos marcados pela oração, pelo trabalho e pelo sofrimento.

Em 1.938, Madre Paulina, que era Diabética, precisou amputar a mão, depois o braço direito, devido a uma gangrena e, aos poucos foi perdendo a vista até ficar cega.

Madre Paulina morreu em 9 de Julho de 1.942, deixando em todos presente a impressão de uma alma Santa que entrava na eternidade, depois de viver sempre com espírito de humildade e simplicidade.

Em 18 de Outubro de 1.991, Madre Paulina foi beatificada pelo Papa João Paulo II.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Metodologia catequética - A linguagem na catequese

5. A linguagem na catequese:

Vivemos na sociedade da informação e da tecnologia, marcada pelos impactos da globalização. E a catequese se coloca diante desse mundo plural com várias vozes e vários estereótipos. Junto aos areópagos da pós-modernidade, a catequese tem a missão de tornar não só clara e audível, mas também crível, a Palavra de Deus, precioso tesouro anunciado ao longo dos séculos pelos profetas, mártires, discípulos e discípulas que ardorosamente deram seu testemunho com coragem e alegria. 
Não é possível pensar que hoje todos tenham de ter uma única linguagem, um mesmo jeito de falar e de anunciar a mensagem cristã. Contudo é possível que todos procurem entender a essência da mensagem e a ela possam aderir, transmitindo ao mundo pela fidelidade, a fé que edifica o Reino de Deus. Não há como haver uma única linguagem, mas é possível que todos estejam sintonizados na mesma freqüência que oriunda do Evangelho. 
O Diretório Nacional de Catequese coloca como desafio: “formar catequistas como comunicadores de experiências de fé, comprometidos com o Senhor e sua Igreja, com uma linguagem inculturada que seja fiel à mensagem do Evangelho e compreensível, mobilizadora e relevante para as pessoas do mundo de hoje, na realidade pós-moderna, urbana e plural” (DNC 14b). 
Enfim, falar de linguagem é falar de inculturação e esta prática torna-se cada vez mais irrenunciável para a ação catequética: “a catequese tem a missão permanente de inculturar-se, buscando uma linguagem capaz de comunicar a Palavra de Deus e a profissão de fé (Credo) da Igreja, conforme a realidade de cada pessoa” (DNC 149).

Para ajudar a reflexão:

“No método, são importantes: a linguagem adequada e os meios didáticos. É necessário adaptar-se aos interlocutores, usando uma linguagem compreensível, levando em conta a idade, cultura e circunstâncias. Às vezes a transmissão da mensagem evangélica fica prejudicada pelo uso de uma linguagem inadequada. (...) A catequese faz uso da linguagem bíblica, histórico-tradicional (Credo,liturgia), doutrinal, artística e outras. É preciso, porém, estimular novas expressões do Evangelho com linguagens renovadas e comunicativas como a linguagem sensorial e midiática (rádio, TV, internet) e outras. O emprego dos meios didáticos e o uso de instrumentos de trabalho são úteis e mesmo necessários para a educação da fé. Por isso, a Igreja capacita os catequistas para resgatar e assumir os valores da cultura do povo, estimulando a inculturação do evangelho” (DNC 163). 
“A pedagogia da fé precisa então atender às diversas necessidades e adaptar a mensagem e a linguagem cristãs às diferentes situações dos interlocutores.” (DNC 179). “A catequese é chamada a anunciar com vigor o Evangelho ao coração da cultura e das culturas.” (DNC 224).

Fiquem com a Bênção de Deus e Nossa Senhora!
Até a próxima postagem!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Metodologia catequética - Bom êxito no encontro

4. Regras de ouro para o bom êxito de um encontro:
Continuação do arquivo de Metodologia catequética...

Ø  Divida bem o tempo do encontro, de modo que a metade seja ocupada pelos catequizandos, incentivando sua participação e entrosamento nos temas abordados.
Ø  Evite atrasos. Saiba chegar com antecedência para os encontros. Assim você terá oportunidade para preparar o ambiente e acolher cada catequizando que chega.
Ø  Inicie sempre os encontros com uma oração. Pode-se invocar o Espírito Santo, fazer uma oração espontânea. Faça uma pequena recordação da vida, para colocar na oração intenções, nomes de pessoas ou fatos ocorridos na semana e que merecem nossa atenção.
Ø  Procure primeiro OUVIR. Retenha seu saber para despertar nos outros o prazer pela busca, pela partilha e pela construção de novas idéias.
Ø  Valorize as colaborações dos catequizandos, mesmo que suas idéias não estejam muito claras. Saiba dar o devido valor à partilha e ao trabalho do grupo.
Ø  Tente inspirar confiança, respeito e alegria através da sua presença. Não tente inibir o catequizando com o seu olhar e outras posturas.
Ø  Valorize a diversidade e os dons de cada um. Você não é poeta? Algum catequizando talvez o seja. Você não canta? Algum talvez cante.
Ø  Quando for necessário dialogar, não queira que a sua idéia ou sua cabeça prevaleça. Aponte caminhos, mas nunca feche assuntos e questões.
Ø  O catequista também ensina, em nome da Igreja, por isso, apresenta a verdade de fé, não segundo suas intuições, mas de acordo com o que a Igreja prega e ensina.
Ø  Ao escolher uma criatividade ou dinâmica para os encontros procure variar, levando em conta os cincos sentidos: ouvir (audição); ver (visão); degustar (paladar); cheirar (olfato); trabalhar as mãos (tato). É bom variar pra não cansar explorando somente um sentido!
Ø  Saiba criar dinâmicas de acordo com as idades dos catequizandos: desenhos, gestos, cantos, gincanas, jogral, encenação, trabalhos em grupos, gravuras, recortes de jornal, slides, fantoches, histórias em quadrinhos, audiovisuais, filmes, poemas, cartazes, pintura, etc...
Ø  Saiba colocar um toque de humor em cada encontro. O encontro de catequese não pode ser uma reunião séria, como se fosse uma reunião de executivos. Tem que haver descontração, deve saber equilibrar, oferecendo possibilidades de desenvolver o lúdico.
Ø  Se os catequizandos falam alto demais, fale mais baixo. Você adquire o silêncio, sem ter que perder a paciência, ou pior sem ter que berrar achando que vai apaziguar a situação.
Ø  Não humilhe, não despreze e nem deixe ninguém de lado. Saiba controlar aqueles que facilmente participam para não intimidar mais ainda os que ficam muito quietos e sem iniciativa.
Ø  Cada um é um. Por isso, evite fazer comparações entre os catequizandos.
Ø  Quando for alguma atividade em grupo, procure perceber se está havendo a participação de todos, ou se tem algum que não se envolve. Procure ter essa sensibilidade para não deixar essa situação atrapalhar a participação e a aprendizagem de todos.
Ø  Saiba ser presença junto a cada catequizando, ao longo do encontro. Mantenha uma comunicação com cada um é a melhor forma de obter disciplina. Você poderá se comunicar efusivamente com o olhar, um gesto, um sorriso e uma palavra, sem soar como se estivesse vigiando ou desconfiando da capacidade do catequizando.
Ø  Apresente os objetivos do encontro de forma atraente e desejável. Nunca falar claramente, deixe sempre um enigma a desvendar no final.
Ø  Terminar o encontro com uma oração e sempre que puder ajudar o grupo a assumir um propósito para ser realizado naquela semana e que esteja em sintonia com o tema que foi refletido.
Ø  Além dos encontros aproveitar para celebrar a vida e a fé, as alegrias e as dores, os desafios e os anseios da caminhada. Recorrer ao ofício Divino, à celebração da Palavra, terço, e outras manifestações de fé.

Até a próxima postagem!!!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Metodologia catequética - Preparação do encontro

3. Como preparar um encontro catequético:

Conhecendo os meios e recursos disponíveis, o catequista deve preparar antecipadamente o encontro. E como preparar um encontro de Catequese? Eis alguns passos:
1. Olhar a realidade: quem são? Crianças? Adolescentes e Jovens? Adultos? Onde vivem?
2. Traçar o objetivo do encontro: o que se pretende alcançar com esse encontro? Qual sua finalidade? Tente formular um objetivo bastante simples e bem concreto. Algo bem “pé no chão”.
3. Conteúdo: qual a mensagem a ser anunciada? Que tema trata o encontro? Qual o texto da Palavra de Deus será proclamado e refletido no encontro? Quais as perguntas que poderão ser feitas a fim de ajudar a entender o texto?
4. Selecionar o método apropriado: como chegar lá? Quais os meios e recursos serão utilizados para transmitir a mensagem?
5. Executar o que foi planejado: colocar em prática tudo aquilo que foi preparado com antecedência.
6. Avaliar o encontro: o objetivo do encontro foi alcançado? Se não foi, por quê? Houve imprevistos? O que não ficou claro e precisa ser esclarecido? Houve uma boa
participação?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Metodologia catequética - O encontro catequético

2. O Encontro Catequético

“A pedagogia catequética tem uma originalidade específica, pois seu objetivo é ajudar as pessoas no caminho rumo à maturidade na fé, no amor e na esperança”.
(DNC 146)

O encontro de catequese não é uma aula, e não há aluno e professor, mas catequizando e catequista. O encontro catequético é um encontro de fé, espaço privilegiado de educação e amadurecimento da fé. O encontro é uma feliz oportunidade para aprender, ensinar, sentir, criar, descobrir e experenciar.
A catequese é exigente! Não dá para ficar com aquela idéia de que basta ter boa vontade para fazê-la. Todos devem estar preparados para a catequese: o catequizando, o qual deve estar motivado para participar e o catequista, o qual deve ter preparo e testemunho de fé. A comunidade também tem um papel importante para a catequese, como escola de comunhão e acolhida e ambiente propício para a iniciação e o testemunho da fé.
A metodologia da Catequese é a metodologia da Igreja. Ela contempla alguns passos importantes: VER – ILUMINAR – AGIR – CELEBRAR - AVALIAR. Dentro do encontro catequético, estes momentos podem ser contemplados.
Mais do que nunca, o século XXI exige de nós catequistas uma nova maneira de evangelizar e catequizar as crianças, jovens e adultos. Sonhamos com uma catequese que parta da realidade, que seja iluminada pala Palavra de Deus. Sonhamos com uma catequese que valoriza os laços de amizade e os sentimentos. Sonhamos com uma catequese comprometida com os valores do Reino de Deus. Sonhamos com uma catequese que conduza nossos catequizandos a serem autênticos e fiéis seguidores de nosso Mestre Jesus. Para que isso aconteça, não existem receitas prontas.
Existem caminhos que precisam ser trilhados. Cabe a cada catequista, de acordo com sua realidade, descobrir qual o melhor método (caminho) a ser seguido para que a catequese alcance seu objetivo de construir comunidades.

Trabalho em grupo:
A partir de alguns textos dos evangelhos (Zaqueu, Samaritana, Discípulos de Emaús e outros relatos), qual o método utilizado por Jesus para anunciar a Palavra e provocar uma resposta de fé?

Eis algumas dicas para melhorar a qualidade do encontro catequético:

Ø   Conheça o seu grupo de catequizandos, chamando-os pelo nome. Interesse-se por conhecer cada família e a realidade de cada um.
Ø   Busque apoio em alguém para resolver as dificuldades surgidas; seu coordenador deve estar a par de tudo.
Ø   Procure variar a disposição dos lugares na hora do encontro. a disposição em semicírculo é sempre muito boa: todos se olham de frente.
Ø   Evite as improvisações. Prepara cada encontro com antecedência. Tenha seu caderno de preparação e avaliação sempre em dia e em ordem.
Ø   Evite a rotina. Aproveite para isso as celebrações e revisões. Quando sentir que o grupo está desinteressando, prepare um encontro-surpresa: passeio, confraternização, jogo...
Ø   Procure conhecer o conjunto da programação e do material que pode ser utilizado na catequese. Isso lhe dará segurança.
Ø   Use com critério e criatividade o seu material à sua disposição. Saiba inculturar de acordo com a realidade de cada um.
Ø   Procure valorizar e acompanhar os catequizandos, dando-lhes algumas responsabilidades e oportunidades para participar ativamente do encontro catequético.
Ø   Esteja sempre em contato com a coordenação. Ela ajudará você a resolver suas dúvidas e você sentirá que não está sozinho nessa obra. Não desanime! O trabalho que vale a pena, sempre exige compromisso e sacrifício.
Ø   Não se interesse pelo catequizando somente no momento do encontro. Ele precisa ter a certeza de que você está pensando nele, querendo o seu bem. Procure saber do que ele gosta, quais seus problemas.
Ø   Participe intensamente de sua comunidade. Carregue no coração a alegria de pertencer a uma comunidade cristã, mesmo com suas dificuldades. Lembre-se de que você é um legítimo representante e servidor da Igreja, no ministério do anúncio da Palavra.
Ø   Seja uma pessoa de oração. Reze. A Palavra de Deus deve ser para você um livro de meditação diária. Não uma oração alienada da realidade, mas uma oração comprometida com a vida e a realidade.
Ø   Seja freqüente nos encontros de formação de catequese, correspondendo ao chamado de Deus com responsabilidade.
Ø   Seja presente e atuante na vida da sua comunidade. Seu testemunho de vida é a forma mais eloqüente para viver o ministério.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Metodologia catequética - Importância na ação catequética

 Nenhuma metodologia dispensa a pessoa do catequista no processo da catequese. A alma de todo método está no carisma do catequista, na sua sólida espiritualidade, em seu transparente testemunho de vida, no seu amor aos catequizandos, na sua competência quanto ao conteúdo, ao método e à linguagem. O catequista é um mediador que facilita a comunicação entre os catequizandos e o mistério de Deus, das pessoas entre si e com a comunidade.” (DNC 172)

1. Importância da Metodologia na ação catequética

Uma das preocupações mais intrigantes para os catequistas é com relação à Metodologia. Cada vez mais nos defrontamos com a necessidade de melhorarmos e crescermos na missão catequética. Ao preparar um encontro catequético sempre vêm à mente aquelas perguntas: “como vou preparar o meu encontro?”, “de que maneira vou trabalhar com os catequizandos?”, “qual o caminho a percorrer?”.
A palavra método é uma palavra de origem grega, méthodos, do grego – odós, que quer dizer caminho, estrada que ajuda a chegar aonde que se quer, isto é, alcançar a meta proposta. O método catequético supõe uma ação de planejamento, o qual requer:

Ø  “Domínio” do conteúdo a ser transmitido (O QUÊ?);
Ø  Conhecimento da realidade e da vida dos catequizandos (QUEM?);
Ø  Objetivos claros e concretos (PARA QUÊ?);
Ø  Discernimento para escolher o melhor caminho, o método mais apropriado (COMO?);
Ø  Capacidade para agendar as datas e administrar bem o tempo (QUANDO?);
Ø  Clareza quanto à razão da sua missão e do caminho a ser percorrido (POR QUÊ?).

A catequese pode ter vários métodos. Assim, como para se chegar a um endereço determinado, pode-se fazer uma longa caminhada, passar por desvios e pontes desnecessários ou encontrar a maneira mais rápida para chegar à meta proposta. Na educação da fé pode acontecer o mesmo. Quando não temos objetivos claros e nem sabemos como realizar o que desejamos, podemos nos perder no caminho sem chegar a alcançar a meta proposta.
Na catequese, precisamos percorrer os caminhos mais adequados para vivenciar um processo eficaz: “Para isto, é preciso não esquecer que além dos objetivos, precisamos ter em mente a realidade em que trabalhamos (rural, periferia, urbana), os destinatários com suas experiências, cultura, idade, os conteúdos a serem refletidos, vivenciados, o uso de uma linguagem adequada, e a comunidade que é fonte, lugar e meta da catequese” (Marlene Bertoldi).
A Conferência de Aparecida fez sobre a caminhada da Igreja Latino-Americana, uma séria reflexão sobre os métodos utilizados pela Igreja na Catequese e na Ação Evangelizadora. Depois de elencar as conquistas e os aspectos positivos (a animação bíblica da pastoral, renovação litúrgica, empenho dos ministros ordenados e dos leigos e religiosos, a ação missionária e a renovação pastoral da Igreja), a conferência apresentou algumas sombras e retrocessos (reducionismos, enfraquecimento da vida cristã, falta de acompanhamento aos leigos, florescimento de espiritualidade de cunho intimista, linguagem distante da Igreja, escassez de vocações, católicos afastados, trânsito religioso, pluralismo religioso, afastamento e falta de coragem e perseverança na fé), dentre os quais, elencamos duas:
Ø  “Percebemos uma evangelização com pouco ardor e sem novos métodos e expressões, uma ênfase no ritualismo sem o conveniente caminho de formação, descuidando outras tarefas pastorais” (DAp 100 c).
Ø  “Na evangelização, na catequese e, em geral, na pastoral persistem também linguagens pouco significativas para a cultura atual e em particular para os jovens. (...) As mudanças culturais dificultam a transmissão da Fé por parte da família e da sociedade” (DAp 100 d).

Tal constatação nos convida a repensar nossa ação catequética, procurando novos caminhos e novos meios para transmitir a mensagem de fé. Sobre a importância do método, convém refletir alguns aspectos inerentes:

  • Método Catequético supõe um caminho a ser trilhado, a ser construído. Como diz o provérbio: “não há caminho pronto, caminho se faz ao caminhar”.
  • O catequista faz parte do Método Catequético: seu jeito de ser, olhar, escutar, falar, sorrir, questionar, trabalhar, pontuar e agir;
  • O Método supõe sempre uma ação comunitária: ele passa pela partilha em grupo e aproveita os espaços onde há reflexão, planejamento, ação e avaliação;
  • Método é uma experiência de convivência e de amizade. O método transforma as pessoas, de desconhecidas a bons amigos. Aqui não há espaço para isolamento, inimizades ou monólogos.
  • Jesus fez do seu seguimento um método bastante eficaz para os seus discípulos. Ele mesmo se colocou como caminho (Jo 14, 6);
  • Método é procedimento: acolher, ver, iluminar, agir, celebrar e avaliar;
  • Método é interação: Fé, Vida e Comunidade;
  • Método é aprendizagem (aprender-fazendo, aprender-ensinando) e oportunidade para aprimorar a escuta (ouvir-rezando; ouvir-sentindo e ouvir-amando).
  • Método é comunicação através da linguagem verbal e não verbal (gestos e símbolos);
Método é ação criativa e dinâmica. É caminho de construção, instrução e desconstrução.


Gente, espero que gostem e aproveitem o tema Metodologia Catequética. A catequista Angela Rocha partilhou no grupo Catequistas Anjos do Brasil - via facebook - um arquivo que decidi trazer para vocês. É grande, por isso vou dividir em partes para postar aqui. Se alguém quiser ele completo o mais breve possível basta enviar um e-mail para cdoficial@hotmail.com.
Tenham todos uma semana maravilhosa e que São João Batista nos ajude a anunciar o Evangelho de Nosso Senhor!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Jogral - João Batista anunciava o Salvador

Gente, hoje vim postar aqui a adaptação de um jogral sobre São João Batista que encontrei no blog da Cris (Jardim da fé). E trouxe também desenhos que encontrei na net, vocês podem pedir que as crianças façam um belo colorido! Espero que gostem!






CRIANÇA 1 – O nome dele.

TODOS – Era João Batista.

CRIANÇA 1 – um homem enviado por Deus (João Batista entra...)

TODOS – para avisar que estava chegando à luz.
Que estava chegando Jesus.

CRIANÇA 1 – Mas havia gente que não acreditava.

CRIANÇA 2 – Sempre tem, né? (Entram dois homens...)

CRIANÇA 1 – E ficavam perguntando para João Batista:

HOMENS – Você é o Messias?

TODOS – João Batista foi muito sincero e respondeu:

JOÃO – Não. Eu não sou o Messias.

TODOS – E os homens perguntaram:

HOMENS – Você é o profeta?

CRIANÇA 1 – E João Batista respondeu:

JOÃO – Não. Eu não sou o profeta.

TODOS – Então os homens disseram assim:

HOMENS – Por que você batiza as pessoas se não é o Messias nem o Profeta?

CRIANÇA 1 – E João Batista respondeu:

JOÃO – Eu batizo as pessoas

TODOS – Com a água do rio Jordão

JOÃO – Eu preparo o caminho

TODOS – Para a vinda do Messias.

CRIANÇA 2 - Para a vinda da luz, que é Jesus.

JOÃO – Eu batizo com água. Mas ele vai batizá-los com o Espírito Santo. (Os homens saem...)

CRIANÇA 2 – João Batista preparava a vinda de Jesus.

CRIANÇA 1 – Viva João Batista!

TODOS – Viva o Precursor!

CRIANÇA 2 – Porque João Batista anunciava o Salvador...

Bem, e como prometido trouxe para vocês a foto da peça sobre a Eucaristia que as crianças da catequese apresentaram na Igreja neste domingo. Só pude postar uma porque houve um problema na minha câmera e perdi muitas fotos. Mas só para vocês terem uma ideia de como ficou... Pra mim foi surpreendente. Mesmo tendo sido a única catequista que acompanhou eles de pertinho, percebendo o desenvolvimento deles nos ensaios, vi que, na verdade, eles são muito mais do que eu imagino. Quando eles querem, fazem as coisas bem feitas. Esta peça ficou linda, pessoal. Quando a Missa terminou muita gente veio falar comigo me dando parabéns pela minha ideia e atitude de disponibilizar um tempo para os ensaios. O Laércio (que já foi meu catequisando no ano passado) da turma de primeira Eucaristia ano II, que mesmo sendo tão danadinho e dar bastante trabalho às catequistas da turma, fez uma belíssima apresentação e no final ainda chorou dizendo que podia ter feito melhor. Ele impressionou a galera e achei muito interessante a participação dele. Meu antigo coordenador sempre me dizia que as crianças, cada uma da sua maneira, tem um jeito pra Deus. É muito importante cativar crianças como o Laércio, pois Ele também precisa ser acolhido e não levar sempre reclamações. Muito antes de ter paciência é preciso que cada catequista tenha amor pelo trabalho que realiza na catequese e por cada uma das crianças.

Neste próximo domingo (17) não haverá Missa pela manhã e por conta da festa do nosso padroeiro São João Batista será celebrada à tarde. Sendo assim, a catequese será às 09 horas. Mas não haverá encontro, será apenas uma festinha de encerramento. Faremos uma quadrilha, brincadeiras e apresentações juninas. E então a catequese só volta no último domingo de julho. Vou aproveitar esse recesso para fazer as visitas às casas dos catequisandos. Será minha primeira vez que faço essa missão e como muitos dizem sei que é difícil, mas preciso tentar e me esforçar para que a evangelização também aconteça nas casas com a família.

Grande abraço á todos vocês!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Teatro: Jesus está na Eucaristia (adaptado)

Oi gente. Encontrei esse teatrinho no blog do Jonathan Cruz. Achei muito linda e fiz algumas adaptações para mais uma criança participar. Fiz o convite a 4 crianças das turmas de primeira eucaristia e fiquei muito feliz quando eles disseram que aceitariam participar. Será uma peça muito simples, mas os quatro estão bem animados e passaram a semana inteira ensaiando. Espero que dê tudo certo no domingo! Vejam como ficou minha adaptação. Grande abraço em todos vocês!

BELLA: (imagem da Bella com um coroa na cabeça) – Olá sou a Rainha Bella, todos me devem obediência, todos os animais da arca.

PASCOALINO: O que é isso Bella? Você é quem??? Você esta diferente hoje!!!

BELLA: Pascoalino, olha direito, o que tem de diferente em mim hoje?

PASCOALINO: Ah já sei, vc esta com um chapéu, onde você conseguiu???

BELLA: Pascoalino, não é um chapéu, é uma coroa. Eu estou brincando de rainha.

PASCOALINO: Nossa! Que coroa bonita. Eu posso brincar também? Eu serei o Rei. No meu reinado todos os animais não precisarão ir a escola no domingo.

BELLA: (da uma risadinha), mas Pascoalino, domingo não é dia mesmo de ir a escola e sim a Igreja.

NOÉ: (entra em cena perguntando...) Quem é que vai a Igreja por aqui? (E olha para Bella...) Nossa, Bella! Como você esta bonita com essa coroa.

BELLA: Eu sou a Rainha Bella, Noé.

PASCOALINO: Noé, e eu sou o Rei, só esta faltando a minha coroa, mas faz de conta que você esta enxergando a minha coroa, ta?

DUDA: Gente, parem com isso. Só existe um único Rei e este sim é o todo poderoso.

PASCOALINO: Quem é esse Rei, Duda? Eu o conheço? Ele também usa uma coroa tão bonita como a que a Bella está usando?

DUDA: Ele usou uma coroa sim, mas de espinhos, e morreu numa Cruz. Mas ressuscitou, e quis ficar no nosso meio, por isso nos presenteou com um tesouro.

BELLA: Hãããã! Uma cruz de espinhos... Ai que dor... Eu não quero uma coroa dessa não.

PASCOALINO: Nem eu, mas o tesouro eu quero.

NOE: E vocês querem saber qual é o tesouro?

PASCOALINO: Sim, claro que queremos.

BELLA: Ai, se tiver alguns colares de pérolas vou dar de presente a minha mãe.

NOE: (rindo) Não estamos falando deste tesouro que você esta pensando Bella, mas é um muito mais precioso: é Jesus na Eucaristia! Ele morreu, ressuscitou e quis permanecer junto com a gente.

BELLA: Ah. Eu sei o que é isso. A Eucaristia é o pão e o vinho que o Padre dá na Missa no domingo, não é?

DUDA: Não Bella, não é simplesmente pão e vinho. Quando o Padre celebra a Missa, ele nos dá na hora da comunhão o corpo e o sangue de Jesus.

NOÉ: E aquele pãozinho que você fala se chama hóstia. Lá está Jesus!

PASCAOLINO: Puxa, deve ser muito bom receber a eucaristia. E Jesus deve nos amar muito, não é? Ele é Rei, mas é humilde.

BELLA: É verdade! E Ele se torna tão pequeno pra morar dentro de nós! Tudo isso por amor?

NOÉ: Justamente, Bella! A Eucaristia é um sacramento de Amor.

DUDA: E quem recebe a Eucaristia está em comunhão com Jesus Cristo e com os irmãos.

BELLA: Ah, mas por que só os adultos recebem a Eucaristia?

NOÉ: Não é só os adultos não, Bella. As crianças também. Mas é preciso se preparar!

PASCOALINO: Onde a gente se prepara?

BELLA: E o que mais a gente precisa fazer?

NOÉ: Bom, nos preparamos na Catequese. Lá aprendemos muita coisa sobre Jesus Cristo e a Igreja e aprendemos a amar a Eucaristia.

BELLA: (de olhos fechados) Oh, Jesus, eu também quero ser uma filha obediente para lhe receber em meu coração.

PASCOALINO: Eu também quero!

NOÉ: E vocês, crianças, continuem na Catequese, para logo, logo sentirem essa alegria que eu e a Duda sentimos de receber Jesus na Eucaristia.

DUDA: É, pessoal. A Eucaristia é um presente de Deus, é nosso alimento espiritual.

PASCOALINO: Então... Viva a Eucaristia!

TODOS: Viva!!!!!
(Fonte: Blog Pais e Catequistas)

Pela sua dolorosa paixão tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!

Pela sua dolorosa paixão tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!
Oh sangue e água, que jorraste do coração de Jesus como fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós!

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Santa Faustina, rogai por nós

Santa Faustina, rogai por nós

Devotos de Stª Teresinha

Devotos de Stª Teresinha
Paz e Rosas...